Quantas vezes já não nos cobramos por aqueles momentos que não estávamos frenéticos produzindo? Muitas, eu sei.

Lembro-me do dia em que entreguei para o editor meu novo livro revisado, pronto para a edição, e nesse dia por algum motivo não consegui produzir mais. Final da tarde eu me cobrava por não ter feito “nada”. Até que eu me observei e interrompi aquele fluxo de pensamentos. “Peraí, Paula, hoje você entregou seu livro para a edição, isso é uma grande coisa”.

Nos últimos anos tenho integrado cada vez mais minha vida empreendedora aos ciclos da natureza, respeitando os meus ritmos e os meus movimentos internos. Assim vou me conectando também com mais profundidade ao que sou e como consequência consigo entregar, no meu trabalho e vida empreendedora, mais e melhor, por inteiro.

Nessa entrevista de hoje, Elisa Rodrigues, que é também uma das colunistas aqui do Coragem, nos fala sobre os momentos de pausa necessárias.

Fomos trolando a natureza. Se formos produzir mesmo, não conseguimos produzir nesse ritmo industrial.

Elisa Rodrigues

Saudando o solstício de inverno que chega nesse 21 de junho e olhando para o período do meio do ano, uma ótima oportunidade para rever metas, prazos, caminhos percorridos e valorizar a história e o momento exatamente como ele é.

Um bom momento de abastecimento (e acolhimento) para você ao assistir à entrevista.