Poderia falar longas horas sobre o marketing digital tal como é feito por muitos empreendedores hoje, é um assunto que nos meus grupos mais internos, como o Clube dos Impulsionadores, eu trato muito abertamente.

Nas redes sociais e nos posts públicos não é algo que diretamente venho falando. Mas cada vez mais sinto uma urgência dentro de mim em trazer à tônica isso.

Preciso tratar sobre o quanto vejo incoerência e inconsciência na forma como é feito grande parte do marketing digital. Principalmente de grupos que trabalham com autoconhecimento (me debruçarei mais sobre esse aspecto específico depois…)

Há cerca de um ano e meio fiz uma transição no meu negócio para uma comunicação que me representasse 100%. Algo que meu coração dizia “sim”, algo que também minha razão dizia “sim”.

Sem gatilhos. Sem escassez. Sem fórmulas. Sem ter que ser assim porque se não for vai dar errado. Sem ter que trazer pessoas usando qualquer nível de inconsciência na tomada de decisão.

E eu rompi. Rompi com o modo de fazer. Rompi com pessoas que só concordavam comigo se eu entregasse minha mensagem de um modo padronizado. “Padrões! eu rompo com vocês”, era o que minha alma anunciava. E até mais importante que isso: “Inconsciência, eu rompo com você”.

Precisei trabalhar profundamente minhas crenças sobre como divulgar meu trabalho.

Precisei trabalhar meu autoconhecimento (não há como desvincular empreendedorismo de autoconhecimento, é um fato consumado na minha vida).

Precisei trabalhar minha observação ativa de cada uma das minhas comunicações e hoje, com um coração muito acolhido e fortalecido, posso dizer que encontrei outros caminhos e que eles valem muito a pena.

Como é bom hoje poder fazer minha comunicação, toda ela, ser extensão do que sinto, do que penso, de como gosto de receber as pessoas. Cada mínimo detalhe, sou eu. Sem que ninguém chegue até mim pela inconsciência.

Aqui você pode assistir a um conteúdo que partilhei ao final de 2016 com um reflexão bem aprofundada sobre o tema. Em breve seguiremos para mais desdobramentos dessa visão.

Vamos então conversar sobre marketing digital, sobre colocarmos nossa voz em campo, sobre a inconsciência (e incoerência) por trás dos gatilhos mentais, sobre as fórmulas e sobre ser possível viver uma comunicação que nos represente com total respeito ao que somos, sentimos e pensamos, e com igual respeito a quem chega e recebe nossa mensagem.

Feliz por isso. Paula Quintão

PS. Para os assinantes do Coragem Para Empreender, em breve enviarei em formato de livro digital os principais pontos dessa conversa. Basta se cadastrar aqui acima ou abaixo para em breve receber.